Descrição
Investigadores e escrivães da Polícia Civil de Minas Gerais decidiram em assembleia pela paralisação de suas atividades no dia 10 de junho. Os servidores estão em desacordo com o substitutivo. Além da equiparação salarial, os servidores reclamam do número baixo de servidores. Segundo Antônio Marcos Pereira, vice-presidente do Sindpol, “Hoje somos 7.000 policiais. Estamos com um número defasado. Prova disso é o número descrente de assaltos, estupros e homicídios. Não adianta a Polícia Militar prender se não temos como dar prosseguimento as investigações”.
Na tarde desta sexta, a categoria se reuniu na praça da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) para decidir medidas para protestar sobre a mudança no texto do substitutivo encaminhada a ALMG na última terça-feira (21). Com a aprovação da deliberação de greve, os servidores saíram em passeata pelas ruas e avenidas do hipercentro de Belo Horizonte. Os cerca de 700 policiais tomaram as avenidas Amazonas e Afonso Pena e fecharam a via. Os servidores queimaram quatro caixões na Praça Sete, além da cópia do texto entregue na ALMG. Segundo a Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans), o trafego no local teve que ser desviado para evitar tumulto no trânsito.
Dados adicionais
| Local do Conflito: | 1 Cidade Toda |
| Local da manifestação: | 2 Centro |
| Coletivo Mobilizado: | 1 Sindicatos e associações Profissionais |
| Objeto do conflito: | 13 Segurança Pública |
| Instituição Reclamada: | 2 Governo Estadual |
| Luta: | 4 Manifestação em Praça Pública |
| Fonte: | O Tempo |
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