Descrição
Segundo a Polícia Militar cerca de seiscentas pessoas participaram do Grito dos Excluídos na Capital. O mês de setembro já virou tradição no dia sete. Representantes de organizações sociais aproveitam as comemorações do Dia da Independência para protestar. Em ano de eleição o local escolhido para concentração foi a Praça da Assembléia Legislativa de Minas Gerais, no Bairro Santo Agostinho. O tema deste ano é onde estão os excluídos e a principal reivindicação é a reforma agrária.
De acordo com Emanuel Almada, representante das pastorais sociais, eles acreditam que a concentração de terra no Brasil é algo muito violento e, apesar de não ser conhecimento da maior parte da população, é a raiz da maior parte dos problemas ambientais, econômicos, judiciais, tanto no campo quanto na cidade.
Durante a manhã foram coletadas assinaturas para um plebiscito popular. A proposta é estabelecer um limite da propriedade privada no Brasil. Segundo Márcio Antônio de Jesus, presidente da CUT/MG limitar a propriedade da terra é um é extremamente importante para fazer a inclusão social.
A caminhada começou às 10 e meia da manhã e os manifestantes seguiram em direção ao Centro da Capital em destino à Praça Afonso Arinos. Segundo a organização, cerca de trinta grupos sociais participaram do Grito dos Excluídos, entre eles movimentos Antimanicomiais, Sem-terra e Pastorais Sociais.
Dados adicionais
| Local do Conflito: | 1 Cidade Toda |
| Local da manifestação: | 4 Regional Centro-Sul |
| Coletivo Mobilizado: | 5 Outros movimentos sociais |
| Objeto do conflito: | 98 Outros |
| Instituição Reclamada: | 3 Governo Federal |
| Luta: | 5 Passeata |
| Fonte: | G1 |
Recursos
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